Ingratidão


 

 

Não digas, quando a ingratidão te bater à porta: “Nunca mais ajudarei a ninguém!”

Não exclames, quando a impiedade dos teus beneficiários chegar ao reduto do teu lar: “Para mim, chega!”

Não reclames, quando a soberba dos teus pupilos queimar tuas mãos generosas com as brasas da maldade que carregam consigo: “E eu que tudo lhes dei!”

Não sofras, dizendo, quando o azorrague daqueles a quem amas te ferir o devotamento: “Arrependo-me de ter ajudado!”

Não retribuas mal por mal, pois que, assim, vitalizarás o próprio mal.

*

O bem que se faz a alguém é luz que se acende interiormente.

Gostarias, sim, de recolher gratidão, amizade, compreensão… Todos nós gostaríamos de experimentar os pomos da gratidão.

A árvore, porém, não pergunta a quem lhe colhe o fruto para onde o carrega, que pretende dele. Felicita-se por poder dar e se multiplicar através da semente que, atirada alhures, abençoa o novo solo com outras dádivas de alegria.

Imita-lhe o exemplo.

Teus frutos bons, que produzam bons frutos além…

*

A ti a alegria de fazer, doar, e nunca a ideia de colher reconhecimento ou gratidão.

Gratidão pode ser, também, pagamento.

Seja grato o teu coração, mas não esperes pelo reconhecimento de ninguém…

FRANCO, Divaldo. Joanna de Ângelis Responde. Pelo Espírito Joanna de Ângelis.

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