FESTA ÍNTIMA


 

 

 

 

 

Quando podes reagir, reivindicando vantagens que te pertencem, usurpadas por outrem e nada reclamas, mantendo tolerância e renúncia nas próprias atitudes…

Quando ouves referências que te ferem a vida particular e guardas silêncio…

Quando sabes que alguém te prejudica conscientemente e procuras encontrar um caminho de paz, para te afastares do problema, discretamente, sem aborrecer a quem te aborrece…

Quando sofres acusações indébitas sem te queixares…

Quando atravessas difíceis provas domésticas e sociais, sustentando os que te cercam, sem estender as complicações de que te vês objeto…

Quando carregas com paciência os fardos de  trabalho e responsabilidade abandonados em teus ombros por outros irmãos…

Quando suportas tentações, que se te fazem endereçadas por outras pessoas, recusando-lhes os alvitres sem ofendê-las…

Quando choras, diante de impedimentos amontoados por irmãos infelizes em torno de ti, para que te afastes do serviço e continuas trabalhando sem queixas…

Então haverão chegado em teu favor os instantes de festa íntima, de vez que, em todas as ocasiões, nas quais superamos as próprias inferioridades, alcançamos um degrau acima, na conquista de nossa própria sublimação.

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro Hoje. Lição nº 19. Página 87.

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